quarta-feira, 2 de maio de 2012

Quick White Fox lança primeiro clipe com direção de João Solda


Banda de Curitiba foi eleita uma das apostas para 2012


A banda Quick White Fox, formada por três japinhas e um baiano, acaba de lançar o clipe da música She Said. Com direção de João Solda, o vídeo narra a história de um cara com uma mente doentia, que tem um fetiche por garotas orientais. Essas, aliás, são mais de 20 figurantes, algumas amigas da banda e outras convocadas via Facebook. O clipe também conta com a participação de Zeca Cenovicz, que atuou no filme “Estômago” (2007), no papel do sujeito maníaco.
O clipe, que virou um curta metragem, teve excelentes críticas na mídia especializada. A VJ Gaía Passarelli afirma que devemos ficar de olho no quarteto curitibano. “She Said acaba de ser lançada em videoclipe e mostra a banda claramente um degrau acima. Tem produção bem acabada, linhas de sintetizadores sinistras e jeito de quem fala sério. Isso sem perder o que talvez venha a ver a característica do som do QWF, que é a voz quase infantil de Naomi Sakaguchi”, escreve a moça em seu blog no site MTV1. Este não foi o único elogio que a Quick White Fox recebeu em tão curto tempo de estrada. A banda também foi eleita uma das apostas para 2012 pela coluna LP Compacto, do blog LeduxCWB. Além disso, a faixa Galaxy, de “Summer Trip”, esteve entre as 10 melhores músicas do ano no Prêmio Defenestrando 2011, de Curitiba.
A trajetória desses quatros começou em janeiro de 2011. E nesse curto período de tempo, a QWFox já conquistou seu espaço no circuito independente. Em julho do ano passado, a banda lançou o primeiro EP, “Summer Trip”. Com quatro faixas, o disco teve a produção de Jo Mistinguett, nome reconhecido na cena eletrônica de Curitiba. “Pra mim foi uma honra produzir o primeiro EP deles. A parceria surgiu assim, através da nossa amizade. Fui vendo tudo acontecer e sempre quis fazer parte disso. Foi muito fácil fazer as músicas. Fluiu naturalmente e conseguimos gravar tudo bem rápido”, explica a produtora e DJ.
Este ano, em pleno mês do carnaval, a Quick White Fox lançou o EP de remixes do “Summer Trip”, com participações da própria Jo Mistinguett, de Luiz Orta, produtor e baterista de várias bandas curitibanas, e do DJ Jenner, comandante do blog misturinha.com, do Rio de Janeiro. “O que eu mais gosto na QWF é que o som dialoga com seu tempo, com suas referencias oitentistas e new wave. Enquanto tantas bandas brasileiras parecem buscar apelo e refúgio em um nacionalismo boboca pra exportação, pra gringo ver. A QWF bota a cara pra brigar de igual pra igual”, alfineta o moço também músico da banda Orquestra de Ruídos Impossíveis.
Aliás, em time que está ganhando não se mexe. Não foi a toa que a QWFox escolheu João Solda para dirigir seu primeiro vídeo clipe. O cara, já conhecido por trabalhar com artistas como Lurdez da Luz e o rapper Thaide, concorreu com Andei na categoria de melhor clipe no VMB de 2011. Para banda, a experiência de gravar com o jovem diretor foi única, como define a vocalista da banda. “Adoramos conhecer e trabalhar com as figurantes orientais e com toda a equipe. O João é super talentoso e o Zeca nem se fala. Fiquei até com vontade de fazer teatro”, gaba-se Naomi Sakaguchi. Gean aproveita a deixa e completa: “Foi impressionante, nunca tinha trabalhado com uma equipe daquelas. João Solda é um grande diretor”.
A ideia de unir cinema com videoclipe não é novidade. Prova disso são os clipes de Bad do Michael Jackson, dirigido por Martin Scorsese, e Thriller dirigido por John Landis. Entretanto, é um formato que permite trabalhar a liberdade criativa atrelando a beleza do cinema com o videoclipe. Isso é confirmado com as palavras do próprio diretor: “apesar de já ter dirigido filmes de curta-metragem, havia um tempo em que eu estava buscando uma oportunidade em unir cinema com videoclipe. E isso acabou vindo de uma maneira muito especial com o videoclipe da música She Said".

Jornalista responsável: Renata Brant

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Vigilante lança dois álbuns de Toro Y Moi

Com pouco mais de um ano desde o lançamento de “Underneath the Pine”, segundo álbum de Toro Y Moi e o primeiro a chegar ao Brasil, o selo Vigilante (Deck) traz o novo trabalho do americano Chazwick Bundick, “June 2009”. O disco é composto por lados B, demos e raridades e tem lançamento digital no país simultaneamente com os EUA no final de abril.

Além disso, o Vigilante (Deck) coloca nas lojas o álbum “Causers of This”, estreia de Toro Y Moi, lançado em 2010 no exterior. O disco, que rendeu boas críticas em sites de renome como Pitchfork e NME, é composto por 11 faixas e chega em formato digital e físico.


terça-feira, 17 de abril de 2012

Polysom lança a discografia completa do Los Hermanos em vinil

Uma das bandas mais criativas e festejadas do Brasil, o Los Hermanos terá sua discografia completa lançada em vinil pela Polysom. 

Com supervisão do próprio grupo, o projeto constará do lançamento dos quatro álbuns de estúdio e de uma linda caixa de luxe contendo os quatro discos e mais um item exclusivo, o álbum “Ao Vivo na Fundição”. Tudo em Lps de 180 gramas, com prensagem  premium de alta qualidade.

Serão três discos duplos (“Bloco do Eu Sozinho”, “Ventura” e “Ao Vivo na Fundição”) e dois simples (“Los Hermanos” e “4”).

A caixa e os álbuns devem chegar às lojas no final de abril.

 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Deck lança coletânea “Mulher Popular Brasileira – Releituras”

Homenageando a mulher brasileira, a Deck lança em abril, em parceria com o Grupo MPB Brasil, a coletânea “Mulher Popular Brasileira – Releituras”.  O álbum, como sugere o trocadilho do título, traz 14 sucessos interpretados por grandes cantoras.

Fernanda Takai dá voz a “Insensatez” de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Rita Lee comparece com “Pra Você Eu Digo Sim”, versão dela mesma para o hit “If I Feel”, de John Lennon e Paul McCartney. Marcia Castro apresenta sua personalíssima releitura para “Preta Pretinha”, dos Novos Baianos. A sambista Teresa Cristina interpreta “Para um Amor no Recife”, de Paulinho da Viola. Mônica Salmaso canta “Alvorecer”, sucesso de Clara Nunes e Lisa Ono, “Falando de Amor”, de Tom Jobim.

Além delas, participam do projeto Rosa Passos (“Curare”), Fafá de Belém (“Sem Companhia”), Roberta Campos (“Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”), Leila Maria  (“Seu Tipo”), Adriana Maciel (“Acabou Chorare”), Nila Branco (“Eu Sei”), Milena Monteiro (“Esperando Aviões”) e Wanda Sá (“Domingo Azul do Mar”).



segunda-feira, 19 de março de 2012

Curtas nas escadarias é a última atração do Festival de Verão

O 8º Festival de Verão do RS de Cinema Internacional, apesar de finalizado na última quinta-feira, não teve suas atividades encerradas. A exibição dos curtas-metragens da cineasta belga Agnès Varda é a última atração da mostra cinematográfica. A cineasta franco-belga foi a precursora da Nouvelle Vague, movimento francês que eclodiu no início dos anos 60, e tem Jean-Luc Goddard e François Truffaut como seus mais conhecidos representantes. Os filmes de Agnès Varda serão projetados ao ar livre direto do bar Tutti Giorni, nas escadarias do Viaduto Otávio Rocha. A exibição ocorre amanhã (20.03), a partir das 19h. A entrada é franca.


agnes.jpg

terça-feira, 13 de março de 2012

Os Galgos estão de Clip Novo! O 'Walking Miles'

Rock esfogueteado, ressaquento, suado e com cheiro de cerveja!

É o que os GALGOS (lançando o clipe de Walking Miles) e a HANGOVERS prometem para esta quinta, dia 15/03, Dia da Escola, aula de rock!

Então pega a caderneta e vem curtir as duas bandas lecionando a arte da guitarra, fazendo rock n' roll pra gringo nenhum botar defeito!


ROCK RS

GALGOS + HANGOVERS
R$10 até a meia noite, R$15 depois


http://galgos.bandcamp.com/

http://tramavirtual.uol.com.br/han6overs




quarta-feira, 7 de março de 2012

Confraria do Blues - A Volta - 9 de março, sexta, com Andy Boy e Sérgio Stosch, no Live Sport Pub!

No dia 9 de março a Confraria do Blues reinicia seus trabalhos no Live Sport Pub fazendo uma grande festa do Blues com duas grandes bandas: Andy Boy Blues Review, o novo trabalho do renomado gaitista e vocalista Andy Boy e também o mestre do Rythm n’Blues Sérgio Stosch e sua banda Trouble No More. Também teremos sorteios de Dvds, lançamento de camisetas de grandes nomes do blues, as novas palhetas da Confraria do Blues e como sempre uma grande Jam session com presença de grandes nomes do blues nacional.

Andy Boy, gaitista, vocalista, produtor musical e idealizador da Serrano Amps, tem mais de 20 anos de carreira dedicados do Blues e vem apresentar na Confraria do Blues seu nono trabalho “Andy Boy Blues Review” com grande influencia dos gêneros musicais americanos dos anos 50. No “Blues Review” Andy visita não só o Blues mas também outros gêneros que o influenciaram durante toda sua carreira como o swing, rockabilly e o West Cost.
O Andy Boy Blues Review é Andy Boy (voz, harmônica e guitarra); Thiago Bittencourt (guitarra), Tiago D’Andrea (teclado), Arnaldo Barreto (bateria) e Jzehh Baronio (baixo).

O lendário tecladista e pianista Sérgio Stosch, expert no RythmN’ Blues, vem para mais uma grande apresentação na Confraria do Blues com sua banda Trouble No More trazendo uma bagagem de mais de 40 anos se apresentando nos palcos gaúchos. Sérgio Stosch(teclado e voz é acompanhado por Zé Carlos Andrade(guitarras) e Wagner Lagemann(baixo).

Teremos ainda o lançamento da linha de camisetas da Confraria do Blues e da Tytius Camisetas Alternativas e também as novas palhetas da Confraria do Blues, além de sorteios de Dvds da Toca do Disco e brindes da Guitar Garage e é claro da Jam session da Confraria do Blues onde todos que quiserem tocar pode participar.

CONFRARIA DO BLUES
9 DE MARÇO, SEXTA, 23:30h
ANDY BOY BLUES REVIEW E SÉRGIO STOSCH & TROUBLE NO MORE

LIVE SPORT PUB
RUA DR. BARCELOS, 435, ESQUINA WENCESLAU ESCOBAR – ASSUNÇÃO. POA/RS
INGRESSOS: 15,00(SOMENTE NA HORA)
RESERVAS: 32736489 ou contato@livesportpub.com.br

segunda-feira, 5 de março de 2012

Indústria Fonográfica e Produção Independente #2


O primeiro aparelho fonográfico apresentado no Brasil foi em Porto Alegre em 1879, e a arte que era reconhecida apenas como bem cultural virou “produto industrializado”; neste  mesmo período os EUA já exportava música e havia criado a lei de direitos autoriais.
A dificuldade de reconhecimento de autores e compositores como legítimos profissionais vem desde o princípio quando foi fundada a SBAT   – Sociedade Brasileira de Autores Teatrais – em 1917, que recolhia o “grande direito autoral” para as peças teatrais e o “pequeno direito autoral”  relacionado as composições musicais.
As gravadoras independentes surgiram apenas em 1948 nos EUA quando a tecnologia de um gravação mais barata foi desenvolvida e menos de uma década mais tarde os singles independentes já estavam a frente dos singles das majors nas rádios.
E o famoso selo brasileiro “Disco é Cultura” nasce em 1967 quando é fundada a Assossiação Brasileira dos Produtores de Discos que consquista a aplicação do ICM (imposto sobre circulação de mercadoria), dos discos internacionais; em gravações nacionais, com isso surgem grandes novos talentos vindos de rigorosas seleções. A indústria fonográfica dá um salto no Brasil em 1971 quando é lançada, pela Som Livre, a primeira coletânea de novela; já a Produção Independente só vem começar a se organizar em 1979 quando acontece o I Encontro de Independentes de Curitiba (gravadora ou editora discográfica independente é uma gravadora não ligada às gravadoras globalizadas ou multinacionais ou majors).
E entre as majors podemos destacar a Sony Music, Warner Music Group, Universal Music Group e EMI. Em 1990 acontece outra virada a Produção Independente explode com a crise fonográfica que forçou a  Indústria a cancelar contratos milionários e baixar custos. Em consequência houve uma grande queda nos preços de equipamentos para gravação facilitando ainda mais o crescimento das produções independentes.

Grito Rock 11 de março na Casa da Cultura