Enquanto o disco novo não é lançado o Novanguarda revisita os arquivos e trás mais uma novidade.
A banda disponibiliza para ouvir na sua página oficial no site Sound Cloud uma versão alternativa da balada A Rosa, faixa originalmente lançada em 2012 no disco A Máquina de Retratos.
Confira A Rosa clicando AQUI
SAIBA MAIS SOBRE O NOVANGUARDA
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Programa Independência ou morte! A hora e a vez das banda independentes na Rádio Putzgrila. Apresentação @sabrinakwaszko. Quartas 21h.
Programa Independência ou morte! Todas quartas 21h na www.radioputzgrila.com.br
segunda-feira, 17 de março de 2014
Juvenil Silva lança primeiro single do seu novo disco
Bodeado, música de autoria de Juvenil Silva, é o novo single do músico e faixa de abertura de seu segundo disco – Super Qualquer no meio de lugar nenhum –, que será lançado no primeiro semestre de 2014.
Assim como em Ulysses, de James Joyce, o disco narra um dia de uma pessoa comum. Não um qualquer, mas qualquer um. As faixas são distribuídas como em uma rotina diária e se desenrolam em vários momentos, onde o personagem esperneia em busca de satisfação barata, de salvar o seu próprio dia. Bodeado é o despertar, o início dessa jornada cotidiana na vida do heroi. A faixa pode ser conferida no soundcloud de Juvenil Silva, https://soundcloud.com/juvenilsilva/juvenil-silva_bodeado
O álbum Super Qualquer no meio de lugar nenhum está em fase de gravação, no Estúdio Base, e tem como produtor fonográfico Arthur Soares, músico e produtor recifense. Bodeado também fará parte da coletânea do RecBeat, que também traz o Juvenil Silva no line-up do Festival.
O resto do seu dia poderá ser conferido quando o disco for lançado, logo mais.
Tocam em Bodeado:
Juvenil Silva – Voz, guitarra, baixo, backing vocal
Manoel Otávio – Baixo, backing vocal
Enio Borba – Guitarra, backing vocal
Gilvandro Barros – Bateria
Hugo Coutinho – Teclado, sintetizador
Leo Vila Nova – Efeitos e Percussão
Rama Om – Didgeridoo
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Programa Independência ou morte! A hora e a vez das bandas independentes, apresentação Sabrina Kwaszko. Quartas 21h www.radioputzgrila.com.br
Assim como em Ulysses, de James Joyce, o disco narra um dia de uma pessoa comum. Não um qualquer, mas qualquer um. As faixas são distribuídas como em uma rotina diária e se desenrolam em vários momentos, onde o personagem esperneia em busca de satisfação barata, de salvar o seu próprio dia. Bodeado é o despertar, o início dessa jornada cotidiana na vida do heroi. A faixa pode ser conferida no soundcloud de Juvenil Silva, https://soundcloud.com/juvenilsilva/juvenil-silva_bodeado
O álbum Super Qualquer no meio de lugar nenhum está em fase de gravação, no Estúdio Base, e tem como produtor fonográfico Arthur Soares, músico e produtor recifense. Bodeado também fará parte da coletânea do RecBeat, que também traz o Juvenil Silva no line-up do Festival.
O resto do seu dia poderá ser conferido quando o disco for lançado, logo mais.
Tocam em Bodeado:
Juvenil Silva – Voz, guitarra, baixo, backing vocal
Manoel Otávio – Baixo, backing vocal
Enio Borba – Guitarra, backing vocal
Gilvandro Barros – Bateria
Hugo Coutinho – Teclado, sintetizador
Leo Vila Nova – Efeitos e Percussão
Rama Om – Didgeridoo
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Programa Independência ou morte! A hora e a vez das bandas independentes, apresentação Sabrina Kwaszko. Quartas 21h www.radioputzgrila.com.br
As 15 bandas mais tocadas no Programa Independência ou morte! Em 2013
Por Sabrina Kwaszko
O Programa Independência ou morte! A hora e a vez das bandas independentes na Rádio Putzgrila fecha o ano recordando quais foram as bandas mais pedidas e tocadas em 2013. (em ordem alfabética)
Acústicos e Valvulados
A banda trabalhou pra caramba em 2013 e além do lançamento do álbum “Grande Presença!” a banda lançou 5 clips, das músicas: ‘Tudo que me faz feliz’, ‘Sai do sério’, ‘O Rei caiu’ gravado juntamente com o conjunto Bluegrass Porto-alegrense, ‘Vício’ e a música ‘Cara de Pau’.
Pode conferir tudo aqui: http://acusticosevalvulados.wordpress.com/
Apanhador Só
Foi um ano cheio para a banda Apanhador Só com o lançamento do álbum “Antes que tu conte outra”.
- “Mais políticos e menos barulhentos” - Jornal do Commercio, de Recife.
- A Associação Paulista de Críticos de Arte escolheu o "Antes que tu conte outra" como melhor álbum de 2013!
- O "Antes que tu conte outra" foi eleito o melhor disco nacional de 2013 pelos leitores do Miojo Indie!
- "Antes que tu conte outra" encabeçando a lista de melhores discos do ano (entre álbuns brasileiros, latinos e anglo-saxões) do Portal Senhor F!
- A Rolling Stone organizou enquetes pra saber quais os melhores lançamentos de 2013 na opinião do público. O "Antes que tu conte outra" concorre como melhor disco nacional, e "Despirocar" como melhor música.
- "O melhor disco lançado por um artista brasileiro em 2013 talvez mereça este título porque capturou um dos sentimentos mais necessários e urgentes de um ano tão conturbado: a desconfiança."
- Thiago Pereira falou sobre o "Antes que tu conte outra" no jornal O Tempo de BH
E tudo isso por agora, pelo segundo semestre. Pra saber mais sobre a banda e curtir o som clica aqui: https://www.facebook.com/apanhadorso?fref=ts
Apicultores Clandestinos
Rodando com o álbum “Parece, mas não é” a banda tem chamado a atenção por onde passa tanto som quanto pelo visual.
Sempre se apresentam vestido de apicultores e a explicação é bem simples: “O nome trata da nossa profissão, somos apicultores mesmo. E como nunca regularizamos nossa situação no Conselho Regional de Apiculturas, somos clandestinos.” Diz o vocalista. A identidade eles não revelam de forma alguma.
Entre os planos da banda está uma tour na América Latina. Enquanto isso você pode sacar o som por aqui: http://apicultoresclandestinos.bandcamp.com/
Camarones Orquestra Guitarrística
O quinteto instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística completa cinco anos de atividade lançando seu mais novo álbum “O Curioso Caso da Música Invisível” para download gratuito e também em disco físico.
Seu álbum antecessor o “Espionagem Industrial” foi muito tocado e pedido na rádio pelos ouvintes.
“O Curioso Caso da Música Invisível” foi todo gravado em Natal no Estúdio Dosol com produção de Anderson Foca e co-produção da própria banda e de Henrique Geladeira. A mixagem e masterização do álbum foram feitas no Megafone Estúdio também de Natal num trabalho conjunto de Anderson Foca e Eduardo Pinheiro.
Com relação aos trabalhos anteriores, a grande novidade desse terceiro disco do Camarones Orquestra Guitarrística é a utilização de novos elementos sonoros como percussão indígena e naipe de metais. Agora a banda retoma as viagens. Desbravadora de novas rotas, o Camarones é um dos grupos independentes mais ativos do país, já tendo viajado por todas as regiões do Brasil além da Argentina e Uruguai contabilizando mais de 400 shows desde 2008.
A banda potiguar é formada pelos músicos Ana Morena (baixo), Anderson Foca (Teclado e efeitos), Flávio Dado (Bateria), Dante Augusto (guitarra) e Fausto Alencar (guitarra). Em 2013, o Camarones Orquestra Guitarrística segue mais maduro, mas mantendo a sua característica de fazer uma música simples, pop e com bastante pegada, o que tem despertado um grande interesse do público e mídia espontânea por onde passa.
Pra quem ainda não ouviu chega aqui: http://www.camarones.com.br/
Cattarse
Bom, pra quem é ouvinte da Rádio Putzgrila, e não apenas do ‘Programa Independência ou morte!’, já conhece e muito bem o som dessa banda “adotada” pelos locutores da rádio pelo seu som e atitude rocker no palco.
Formada por Igor van der Laan (guitarra e voz), Yuri van der Laan (baixo e voz) e
Diogo Stolfo (bateria).
Diogo Stolfo (bateria).
Vá a um show da Cattarse, enquanto isso confere aqui mais sobre a banda: http://cattarse.com/
Confraria da Costa
Desde o lançamento do álbum “Canções de assassinato” em 2012 a banda vem circulando e fazendo seus shows.
Como sugerem os nomes a banda tem um perfil “pirata” no visual e nas suas canções mesmo. Basta ver e ouvir para entender e curtir o estilo da banda. http://www.confrariadacosta.com.br/
Como sugerem os nomes a banda tem um perfil “pirata” no visual e nas suas canções mesmo. Basta ver e ouvir para entender e curtir o estilo da banda. http://www.confrariadacosta.com.br/
Dingo Bells
Colo aqui um depoimento da banda deixado em sua fan page:
Muito bem pessoal, eis que este ano vai chegando ao final.
(E que momentos passamos)
(E que momentos passamos)
Logo no início participamos do Planeta Atlântida; tocamos na Virada Cultural - Oficial de São Paulo; lançamos 'Lobo do Mar' ao mundo; tocamos na Feira da Música de Fortaleza; participamos do projeto Domingo No Parque (em um Araújo Vianna lotado), tocamos na festa de 30 anos da Ipanema FM Oficial; participamos do show de lançamento do amigo Gustavo Telles, no Theatro São Pedro e por aí vai...
Mas claro, impossível esquecer: em 2013 fomos para o JAPÃO! \o/
Mas claro, impossível esquecer: em 2013 fomos para o JAPÃO! \o/
É muita alegria num ano só!
Portanto, agradecemos a todos que nos fazem ter certeza de que estamos na direção certa.
Agora vamos nos despedindo por um bom motivo: nos próximos meses estaremos envolvidos nas gravações do nosso próximo disco. Mas não se preocupem, continuaremos atualizando as coisas por aqui
Um bom fim de ano a todos e boas festas! E que 2014 traga uma alegria daquelas de tirar o sono devagar, devagar...
Até mais,
Dingo Bells
Dingo Bells
Fantomáticos
A banda esteve no programa, representada por Augusto e Fernando, para fazer o lançamento do álbum “Derreter na Estrada”. Também conhecida pelos nossos ouvintes desde o álbum “O bosque” que vem rolando o som dos caras na rádio.
Além disso eles lançaram 4 clipes, das músicas: ‘Ao que virá’, ‘Derreter na estrada’, ‘Ao longe’ e ‘Recorriendo’.
Confere tudo aqui: https://fantomaticos.bandpage.com/
Gustavo Telles
Também velho conhecido já dos ouvintes da rádio (Gustavo Telles, também conhecido por ser o baterista da Pata de Elefante banda instrumental que encerrou suas atividades este ano) ouvimos e curtimos muito esse ano o álbum “Do seu amor primeiro é você quem precisa”.
“Eu Perdi o Medo de Errar” agora é a mais nova obra musical dele.
Identidade
A IDENTIDADE, com mais de 10 anos de carreira, já tem em seu currículo quatro discos oficiais, participações em quatro coletâneas e em festivais importantes. Influenciada pelo rock clássico aliado a forte pegada contemporânea, vem se destacando na cena rock brasileira.
A banda lançou este ano o EP Primeiro Ato Minha Maldade, que está liberando para download no site da banda, e agora já estão realizando as gravações dos Segundo Ato.
Juvenil Silva
O músico e compositor recifense lançou este ano o álbum “Desapego” e o clipe da música título. Confere aqui: https://www.facebook.com/JuvenilSilvaDesapego2013
Macaco Bong
- Macaco Bong é um dos selecionados na lista - A Música Brasileira do século 21 feita pela OGlobo.
#blackmarroca novo single do Macaco Bong na Guitar Player Brasil.
- Como você poderia definir o som do Macaco Bong?
(...) Acreditamos que Músicas que nos deixam mais á vontade com elas,são aquelas que não expressam um único sentimento sobre a canção,...
...Os estilos que influenciam o nosso som e estilo de tocar não são convencionais porque ambas as vertentes que nos influenciam não se anulam umas em funções das outras na hora em que imprimimos a impressão delas em nosso som...
Buscamos pegar tudo isso,espremer com limão e transformar em uma COISA Só...(Bruno Kayapy)
Novanguarda
- Lançado em outubro, "Estava Com Você" agora aparece em uma baita lista da pesada de clipes da música brasileira reunida pelo El Cabong.
- Novanguarda sendo citado mais uma vez no Amplificador do Jornal O Globo, agora por causa do novo lançamento da banda o single "Depois do Céu de Diamantes" e dessa vez estamos bem acompanhados de bandas bem legais em uma bela lista de lançamentos nacionais publicada pelo Marcelo Monteiro.
- Depois de quase um ano sem fazer shows o Novanguarda retorna as atividades com tudo, em menos de dois meses lançou uma faixa b-side "Descontrole", dois videoclipes inéditos e um novo single "Depois do Céu de Diamantes". Chega dezembro e a banda retoma as atividades ao vivo. – fan page da banda.
- Mais novidades pessoal, ultimo lançamento de 2013, o vídeo "Pedro e o Tempo em Seu Relógio de Papel" ao vivo no IRAQ, CRIME com participação super especial do guitarrista recifense Mário Sergio. Imagens pelo pessoal massa da Vícioclipes e edição do nosso baixista Manoel Otavio.
Tudo isso e mais aqui: https://www.facebook.com/pages/Novanguarda/236360246394065?fref=ts
Vera Loca
A banda já está em seu quarto álbum o “Parece que foi ontem” e recentemente lançou seu DVD gravado no bar Opinião em Porto Alegre, sempre o pé na estrada levando o seu rock and roll pra todos os lados.
Confere aqui: http://www.veraloca.com/novo/portal/php/home22.php
Xispa Divina
*Misture quatro individuos um mais esquisito que o outro;
*Deixe fermentar por cinco anos;
*Após verifique se está borbulhando;
*Adicione 300ml de improviso, uma colher de sopa rasa de simplicidade e pitadas de psicodelia;
*Frite por horas;
*Acrescente xícaras de chá, os sons da floresta e tempeiro verde a gosto.
*Deixe fermentar por cinco anos;
*Após verifique se está borbulhando;
*Adicione 300ml de improviso, uma colher de sopa rasa de simplicidade e pitadas de psicodelia;
*Frite por horas;
*Acrescente xícaras de chá, os sons da floresta e tempeiro verde a gosto.
Deixando de lado essa Lúdica Receita, A banda Xispa Divina foi formada no verão de 2007 em Sobradinho/RS, gravando seu primeiro disco no mesmo ano de sua criação. Neste primeiro álbum o grupo faz um rock simples e autêntico e as músicas falam do cotidiano do interior, da natureza entre outros temas.
Dando sequencia nas suas composições, a Xispa Divina buscou aprofundar sua raiz psicodélica. No segundo disco - Du Tardi - é possível sentir algo flutuante e subjetivo, com letras que nos levam a filosofar sobre o universo, de onde viemos e para onde vamos, apelidado pela banda de “rock ruradélico”.
Atualmente a banda está prestes a lançar o terceiro disco. O álbum "Dias de Trasfega" busca reforçar a identidade da banda no que tange a psicodelia e ruralidade musical. O lançamento está previsto para janeiro de 2014.
Curtiu? Quer ver tua banda aqui nessa lista ano que vem? Manda teu som pra mim sabrinaputzgrila@gmail.com, agora se já mandou e já está tocando é só dizer pro pessoal pedir o som de vcs na rádio.
Abs
Yngwie Malmsteen Veloz e Furioso
O guitarrista sueco Yngwie Malmsteen esteve em Porto Alegre mostrando para os fãs a que veio. O Show foi no bar Opinião e teve abertura da banda Venus Atack.
texto Sabrina Kwaszko
fotos Henrique Borges
fotos Henrique Borges
Havia certo receio no ar já que da outra vez que esteve aqui foi vaiado ao tocar Star-Spangled Banner, de Jimi Hendrix, uma das maiores influências do guitarrista, que contém uma parte do hino dos Estados Unidos e ao ouvir as pessoas gritando Bin Laden abandonou o show ali mesmo. Bom desta vez ele não arriscou e tocou suas músicas, sem hino algum. Com ele tocaram os músicos Bjorn Englen (baixo), Patrik Johansson (bateria) e Nick Marinovich (teclados e voz).
Metade do palco para a banda e outra metade para todos os Marshals de Yngwie e ele ficarem à vontade. Cantou pouco, queria tocar mesmo, os vocais ao contrário do se esperava ficaram por conta do Nick e as vezes o Yngwie fazia uns backing. Enquanto tocava distribuía palhetas ao público, jogava a guitarra em volta do corpo, dava chutes no ar e agitava a cabeleira, todo performático, mas o que se destacava mesmo era o grande talento que esse cara tem com uma guitarra nas mãos. Técnica, velocidade, improviso... Metal com toques de blues, jazz, flamenco... Deixou o público às vezes delirando, às vezes de boquiaberta e outras emoções.
O virtuoso guitarrista de 50 anos e 1,90m marcou presença e encheu o palco, show inesquecível com certeza. Malmsteen tem algo que poucas pessoas possuem um ‘ouvido absoluto’ e usa que nem sente em seu favor. Dono de uma discografia de 29 álbuns de estúdio e ao vivo, de mais 6 coletâneas e 2 Eps ele mostrou que ainda tem muito mais pela frete pois está em ótima forma musical.
Metade do palco para a banda e outra metade para todos os Marshals de Yngwie e ele ficarem à vontade. Cantou pouco, queria tocar mesmo, os vocais ao contrário do se esperava ficaram por conta do Nick e as vezes o Yngwie fazia uns backing. Enquanto tocava distribuía palhetas ao público, jogava a guitarra em volta do corpo, dava chutes no ar e agitava a cabeleira, todo performático, mas o que se destacava mesmo era o grande talento que esse cara tem com uma guitarra nas mãos. Técnica, velocidade, improviso... Metal com toques de blues, jazz, flamenco... Deixou o público às vezes delirando, às vezes de boquiaberta e outras emoções.
O virtuoso guitarrista de 50 anos e 1,90m marcou presença e encheu o palco, show inesquecível com certeza. Malmsteen tem algo que poucas pessoas possuem um ‘ouvido absoluto’ e usa que nem sente em seu favor. Dono de uma discografia de 29 álbuns de estúdio e ao vivo, de mais 6 coletâneas e 2 Eps ele mostrou que ainda tem muito mais pela frete pois está em ótima forma musical.
O destaque do repertório fica para "Far Beyond the Sun" e "I'll See the Light Tonight". E agora que Yngwie e Porto Alegre “fizeram as pazes” que ele retorne muitas vezes ainda pra nos presentear com seu virtuosismo.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
WHO THE FUCK IS CENA BETO?
texto Tiago Mardito
Para começo de
conversa, já exista uma cena antes de qualquer rótulo fosse pensado. O que não
havia definitivamente era um visível link estético ou ideológico entre seus
membros, mas todos já admiravam o trabalho uns dos outros, iam para as
apresentações uns dos outros, participavam dos shows e discos uns dos outros e
chegavam até compartilhar integrantes com as bandas uns dos outros também. Não
é assim que basicamente se alimenta uma cena musical? Pois é, da maneira mais
natural possível, a coisa já começava a tomar corpo.
Se
bem que era um grupo razoavelmente heterogêneo de pessoas, tanto em relação à
musicalidade, como em termos de personalidade - a rima não foi intencional, acreditem.
Havia um performático songwriter e o guitar hero da turma (Juvenil Silva); um
dos melhores letristas, também compositor, que Recife pode ter gerado nos
últimos anos (Graxa); um roqueiro desbocado sempre a procura do beat para fazer
a moçada cair na pista (Jean Nicholas); o introspectivo músico-produtor de onde
você pode esperar a mais diversificada gama de sons e estéticas possíveis
(DMingus); um compositor que transita entre a Vanguarda Paulista e o Canterbury
Scene (Matheus Mota); um inclassificável e radical grupo que assombra platéias
com seus shows não menos que impactantes (Ex-exus); uma banda fortemente
influenciada pela psicodelia tupiniquim dos idos 60-70 (Dunas do Barato); enfim um seleto grupo de figuras pitorescas.
Mas onde está
Beto em toda essa história? O nome propriamente dito surgiu algum tempo depois,
em um momento em que todos estavam começando a tentar organizar toda essa
movimentação. Esse bando de malucos descritos no parágrafo acima resolveu se
reunir no bar Derbilhar, que fica no bairro do Derby, em Recife. Em um primeiro
instante, o ambiente estava especialmente caótico, com muita idéias e
comentários fortuitos sendo disparados para todos os lados. Havia pessoas ali
que mal se conheciam tentando entrar em uma sintonia que, de certa forma, já
pairava ali no ar e só precisava de um empurrãozinho para se fazer concreta.
Chega o
momento em que a seguinte questão é colocada em pauta: que nome vai se dar para
essa bagaça toda? É mesmo necessário definir esse agrupamento de músicos? A
conversa toma agora um rumo mais eufórico: uns defendem raivosamente a
definição de um nome a essa tal cena musical, outros negam veementemente
qualquer tipo rotulação e alguns simplesmente caem na risada. Foi aí que, em um
estalo, Graxa, o cronista do mítico bairro do Jiquiá, aonde a idos anos aportou
um Graf Zeppelin e onde ainda se encontra a primeira torre
para aquele
tipo de dirigível em toda a América do Sul, de repente levanta sua voz em meio
aquele tumulto e fala: "Bicho, precisa mesmo disso? Não tem que ter nome
para essa Cena? Então chama logo de Beto. Olha aí que beleza...Cena Beto".
As gargalhadas agora eram gerais, mas foi daí que uma piada interna tomou
grandes proporções.
Pois é, minha
gente! Sinto muito decepcioná-los, mas foi assim que surgiu o nome. Nada de
histórias mirabolantes de quem parece ter uma equipe de experts em assessoria
de imprensa ou roteiristas de histórias cinematográficas ao seu dispor - e olha
que, cá para nós, muitos por aí tiveram e tem alguém que se presta a esse
serviço todo. Deixemos um pouco os manifestos pomposos e nomenclaturas marqueteiras
de lado nesse momento. De que vale tanta algazarra se, no fundo, o sujeito só
está se importando em fazer o seu na maciota, sem se preocupar muito com o seu
companheiro em volta? Pois, a Cena Beto possui esse suporte interno de sobra,
tanto que sai pelo ladrão. E não foi preciso nenhuma barra ser forçada, pois
todos nesse grupo genuinamente apreciam e apoiam o trabalho do outro. É uma
Não-Cena que não faz cena e é mais Cena do que muita Cena, captou a mensagem?
De lá pra cá,
a única coisa que posso dizer agora é que muitos discos foram lançados, outros
tantos shows foram feitos, alguns bons eventos foram realizados e, acreditem,
na imensa maioria de todos esses casos, foram os próprios músicos que fizeram
as coisas rolar, sem auxílio de verba pública ou mão grande de figurão algum -
sim, às vezes isso é possível também.
E não que fica
só por aí, pois os compositores German Ra, Ênio Ohomemborba e Hugo Coutinho, e
a íntérprete-mor e musa da Cena, Aninha Martins, ainda nem lançaram seus
primeiros trabalhos, fora os próximos discos da turma citada nos parágrafos
acima que ainda hão de chegar, cada vez mais e mais. Sem esquecer o auxílio de Cláudio N e
Grilowsky, músicos que militavam há tempos em outras trincheiras, mas que foram
devidamente convocados e aceitos de pelos betosos.
Então é isso,
meus amigos: a Cena Beto é a vontade de potência prevalecendo sobre as inúmeras
dificuldades e a crocodilagem alheia, ou seja, não anula o desejo de seus
integrantes verem seus parceiros alcançando sua parcela de reconhecimento; é um
verdadeiro coletivismo que não se ampara em um ideário político-cultural que
beneficia um grupo pequeno; é todo mundo junto, misturado, muito às vezes se
fudendo junto também, mas, na hora de levantar do baque, meu amigo, segure a
onda, porque vem todo mundo de vez virado com a porra de volta! E podem ter
certeza, ainda tem muita lenha, ou melhor, filme, como diria uma música de Jean
Nicholas, para queimar!
Chegou ao fim o Festival Morrostock 2013
texto Sabrina Kwaszko
Sempre que algo especial acontece é difícil deixar pra trás e o Festival Morrostock deixou este sentimento no ar, nós da Rádio Putzgrila e não apenas locutores mas também ouvintes que encontramos por lá vivemos esta edição intensamente.
Passaram por lá ótimas bandas e também ótimas pessoas dividindo seus conhecimentos culturais nas mais variadas faces além da música, artes, dança, consciência de sustentabilidade… E um Mutante circulou entre nós fazendo a alegria de todos os malucos Arnaldo Baptista que havia feito um show na noite anterior no centro de Sapiranga estendeu sua estadia e foi aproveitar também o festival.
Conseguimos, a Crisane Michel e eu, participar de um trecho de tudo isso no sábado noite em que rolou grandes shows, e parece até injusto falar de alguns quando na verdade passou por lá muita gente mas pra isso meus colegas e eu nos dividimos, para poder abranger o festival quase como um todo e tentar refletir poraqui alguns fragmentos, entre shows, oficinas, banhos de rio , banhos de cascata, amigos e cerveja.
A Banda paulistana Mustache e Os Apaches fez um show à parte além chamarem atenção por usarem instrumentos “fora do comum” como banjo, washboard, violoncelo, bandolin… Todo mundo curtiu o som deles inspirados pelas Jug Bands norte-americanas e acabaram envolvendo o público de vez quando desceram do palco e foram pro meio do público tocar e dançar.
Na sequência subiu ao palco a banda gaúcha, de Santa Maria, Rinoceronte e mostrou a que veio com seu rock and roll forte e marcante.
A banda Tenente Cascavel fez um grande show tocando aqueles clássicos que ninguém esquece como ‘menstruada’, ‘irmã do doctor robert’, ‘identidade zero’ e muitas outras.
Seguindo o baile sobe ao palco a banda Cartolas, elegantes todos de preto, mandaram ver na rockeragem tocando e agitando a galera.
Não sou crítica de música, se é pra falar mal melhor nem falar, mas pra minha sorte o que vi gostei e não apenas eu, quero mandar um abraço especial para todos ouvintes que encontrei lá afinal temos os mesmos gostos musicais e é natural nos encontrarmos em shows, espero que possamos nos encontrar outras vezes e dividir bons momentos como esse. Até o próximo!
sábado, 12 de outubro de 2013
Far From Alaska lança clipe para a inédita “Dino vs Dino”
Com álbum de estreia previsto para 2014, a banda potiguar Far From Alaska, uma das grandes revelações do rock nacional, fez um lançamento duplo essa semana, revelando uma música inédita, “Dino vs Dino”, e seu clipe que foi gravado nas Dunas do Rosado (RN).
A produção ficou por conta da Granada Filmes e mostra Emmily Barreto liberando seus potentes vocais, acompanhada de seus companheiros de banda Cris Botarelli (teclado e voz), Edu Filgueira (baixo), Rafael Brasil (guitarra) e Lauro Kirsh (bateria), em meio aos fortes ventos e rajadas de areia num grande deserto.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Vespas Mandarinas é indicada ao Grammy Latino
A banda paulista Vespas Mandarinas rapidamente tornou-se um destaque do novo rock nacional. Esse ano, o primeiro álbum do grupo, “Animal Nacional”, está entre os indicados ao Grammy Latino na categoria de “Melhor Disco de Rock Brasileiro”.
O Vespas Mandarinas, formado por Chuck Hipolitho (guitarra e voz), Thadeu Meneghini (guitarra e voz), Flavio Guarnieri (baixo) e André Dea (bateria), trouxe em “Animal Nacional” um rock forte e consistente, com influência de bandas como Titãs, IRA!, Os Paralamas do Sucesso, entre outras. “Bebendo na tradição e jogando para frente” – como eles dizem. O disco foi produzido por Rafael Ramos.
Concorrem com eles na mesma categoria as bandas Jota Quest, Nevilton, Nando Reis e os Infernais e Vowe.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Astronauta Pinguim - "Automatic"/"Here She Comes, There She Goes" (2013)
O músico e produtor Astronauta Pinguim está lançando disco novo! E trata-se de um vinil 7 polegadas (o primeiro disco em vinil na carreira do Astronauta), contendo as músicas "Automatic", que conta com a participação especial de Simeon Coxe III, da lendária dupla norte-americana Silver Apples, e "Here She Comes/There She Goes". Ambas as composições foram registradas no The Central Lab - estúdio particular do Astronauta Pinguim, localizado na cidade de São Paulo -, com excessão da bateria e dos osciladores presentes a música "Automatic", executados pelo Ramiro Pissetti e pelo Simeon Coxe III, respectivamente (Ramiro gravou em Curitiba e Simeon gravou no estúdio dos Silver Apples, localizado em Magnolia Springs, Alabama, USA).
Conhecido pelo uso de instrumentos e equipamentos originais dos anos 60, 70 e 80, o Astronauta Pinguim utilizou vários sintetizadores e baterias eletrônicas na gravação deste compacto (Minimoog, Polymoog, Moog Prodigy, sintetizadores Korg, baterias eletrônicas Roland e um vocoder podem ser ouvidos ao longo das faixas). A música "Automatic" também traz outra novidade: o Astronauta Pinguim cantando em francês. Ambas as músicas e letras são de autoria do prórpio músico. A capa foi elaborada e fotografada pelo Ramiro Pissetti, utilizando o olho da modelo Patricia Sary. A masterização das músicas foi feita na 24mastering (Holanda) e os discos foram fabricados na República Tcheca.
O compacto "Automatic" - featuring Simeon Coxe III (Silver Apples)/"Here She Comes, There She Goes" tem tiragem limitada de 250 cópias e será vendido exclusivamente nos shows do Astronauta Pinguim e também pelo email direto do músico: astroping@hotmail.com
Segue anexo a capa do compacto e foto do Astronauta Pinguim com Simeon Coxe III (Silver Apples) - foto de Ramiro Pissetti.
Maiores informações: astroping@hotmail.com e pelo fone (11) 2373-7961
Astronauta Pinguim é músico e produtor, atualmente reside na cidade de São Paulo. Tem três discos solo lançados ("Petiscos: sabor churrasco/switched-on Bah!", 2004, "Supersexxxysounds", 2008 e "Zeitgeist/propaganda", 2011) e está lançando um compacto em vinil em setembro ("Automatic", com participação especial de Simeon Coxe III, da lendária dupla eletrônica Silver Apples). Para shows e gravações, o músico utiliza exclusivamente sintetizadores e teclados analógicos - principalmente o sintetizador MOOG. Paralelamente ao trabalho solo, o Astronauta atua como músico de apoio das bandas da cantora Bárbara Eugênia e do cantor Lirinha. Produz e apresenta um programa de rádio semanal chamado Oscillations, que vai ao ar no Brasil e em Portugal.
Silver Apples - Influência tanto para apreciadores da música eletrônica - aquela feita nos primórios, com equipamentos analógicos e sem toda a tecnologia "facilitadora" de hoje em dia - como para fãs do rock experimental que se fazia nos anos 60, o Silver Apples é uma das bandas mais interessantes da história da música mundial. Formada na segunda metade dos anos 60, a dupla original era constituida pelo baterista Danny Taylor e por Simeon Coxe III, executando uma parafernália eletrônica inacreditável na época (Simeon chegou a utilizar nove osciladores de áudio controlados por um mecanismo no qual ele utilizava as mãos, os pés e até os joelhos e cotovelos para tocar ao vivo). Nesta época a dupla gravou três discos imprescindíveis em qualquer coleção: "Silver Apples" (1968), "Contact" (1969) e "The Garden" (gravado em 1969, mas lançado somente em 1998), álbuns que colocaram os Silver Apples para sempre na história da música como uma das primeiras bandas eletrônicas de todos os tempos, antecipando inclusive toda a revolução eletrônica capitaneada pelo Kraftwerk e outras bandas alemãs na década seguinte. Hoje em dia, Simeon Coxe III mantém o legado da dupla vivo (apesar do falecimento de Danny Taylor em 2005), se apresentando nos maiores festivais de música do mundo!
Marcadores:
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sere she comes,
silver apples,
sintetizador,
there she goes,
vinil 7 polegadas
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ylana lança a faixa “Calcanhar” na web
Música faz parte da trilha sonora do filme “Tatuagem”
A música “Calcanhar”, parte integrante da trilha sonora do filme “Tatuagem”, é o primeiro single do novo álbum da cantora pernambucana Ylana.
Produzida por Manuca Bandini e Yuri Queiroga, que também assina a produção do primeiro disco da cantora, a faixa conta com a participação do maestro e pai de Ylana, Spok, no sax barítono.
Com um groove cheio de estilo, “Calcanhar” é um convite à dança, embalada pelo suingue da orquestra de sopros e pelos acordes da guitarra de Yuri Queiroga. A música traz uma divertida declaração de amor com "ares regionalistas".
Cantora apresenta o seu primeiro trabalho, em breve.
Para baixar “Calcanhar”, acesse: www.ylana.com.br
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